quarta-feira, 14 de setembro de 2011

VHIVENDO SEXO NÃO TEM IDADE

Idosos e a aids

Apesar de a faixa etária de 25 a 49 anos constituir o grupo mais atingido pela aids, os casos entre pessoas acima dos 60 anos dobraram entre 1997 e 2007, segundo dados do Boletim Epidemiológico de 2009, passando de 497 para 1.263 novos casos. Dos 13.655 casos de aids notificados em pessoas acima dos 60 anos desde o início da epidemia, em 1980, 8.959 (65%) são em homens e 4.696 (35%) em mulheres.
Os preconceitos que cercam a vivência da sexualidade em pessoas acima dos 60 anos limitam e dificultam a abordagem sobre o HIV. A aids sempre foi vista como uma doença de jovens e adultos, como se a população mais velha não fosse sexualmente ativa. Mas os números mostram que a epidemia cresceu nessa população, principalmente nos últimos anos.
O recorte regional mostra que, nessa faixa etária, a incidência vem crescendo em todas as regiões. Em 1996, existiam três casos da doença para cada 100 mil habitantes no Norte. Em 2006, essa taxa subiu para 13. No Nordeste, o acréscimo foi de 2,8 para 7,6; no Sudeste, de 10,9 para 18,3; no Sul, de 7,1 para 22,9 e no Centro-Oeste, de 6,8 para 14,1.
A forma de transmissão predominante é por via heterossexual, tanto no sexo feminino (90,4% dos casos) como no masculino (29,7% dos casos). Entre os homens, a segunda principal forma de transmissão é homossexual (20,7% dos casos), seguida de uso de drogas injetáveis (19%). Nas mulheres, a segunda maior forma de transmissão se dá entre usuários de drogas injetáveis, com 8,5% dos casos.

Adesão ao tratamento

O acolhimento da pessoa idosa soropositiva pela equipe do serviço assume um papel de grande importância a fim de que possam, conjuntamente, acompanhar e delinear um plano terapêutico e superar eventuais dificuldades do tratamento.
Em função de alterações típicas nessa faixa etária (dificuldades visuais e da memória para fatos recentes), sugere-se:
  • O uso de letras de tamanho visível nas prescrições em geral, de preferência de fôrma, e sempre que necessário encaminhar o paciente para avaliação oftalmológica;
  • Identificar se as informações foram bem compreendidas e memorizadas;
  • Valorizar estratégias para evitar os esquecimentos no uso da medicação (despertadores, lembretes no celular, tabelas com horários e doses em locais estratégicos da casa etc).

    Sexo não tem idade. Proteção também não.


    A Campanha do Dia Mundial de Luta Contra a Aids em 2008 teve como público-alvo a população heterossexual com mais de 50 anos de idade. O foco são homens maduros das classes C e D.
    A escolha desse público seu deu, principalmente, porque a incidência de aids praticamente dobrou nessa população nos últimos dez anos (de 7,5% em 96 para 15,7% em 2006). Ao contrário do que muitos pensam as pessoas acima de 50 anos de idade têm uma vida sexualmente ativa, 73,1% fez sexo no último ano e apenas 22,3% usaram preservativo na última relação, ao contrário da população de 15 a 24 anos, onde 57,3% usaram na última relação. Esse público nunca foi alvo de nossas campanhas e os números mostram o quanto é importante conscientizar essa faixa etária sobre o uso da camisinha.
    A Campanha Clube dos Enta, que tem como slogan “Sexo não tem idade. Proteção também não”, trata de assuntos ligados à relação sexual, como o uso do preservativo, além de oferecer dicas para melhorar o sexo depois dos 50.



    Jóca, 46 anos
    Soropositivo há 12 anos

    Aos 17 anos de idade, conheci um cara quinze anos mais velho que me perguntou se já havia saído com outro homem e se gostaria de sair, disse também como era difícil ser um homossexual pois a discriminação e o preconceito eram muito grandes, ele foi muito honesto, para quem não aceita o homossexualismo, deve saber que somos pessoas comuns com desejos comuns, trabalhadores e muito cuidadores, e uma coisa desse relacionamento que jamais vou esquecer foi o meu primeiro beijo... nesses 29 anos de vida sexual ativa tive um relacionamento de 7 anos com sexo uma vez por semana, uma paixão impossível durante 20 anos e nesses vinte a vida sexual era muito esporádica, saía uma vez a cada ano, às vezes chegava a ser uma vez em dois anos, depois namorei durante seis meses com um soro+ e só.
    Parece muito mas não é não, sou soro+ desde 1989 mas acho que a contaminação ocorreu em 15 de novembro de 1984, foi numa tentativa de ser feliz!!!
    A DESCOBERTA DO HIV
    Em fevereiro de 1989, o meu pai precisaria passar por uma cirurgia e foram solicitados doadores de sangue, chamei alguns amigos que trabalhavam comigo e fomos doar sangue, a princípio pensei na possibilidade de dar positivo o exame de HIV.
    Deixei meus amigos irem na frente para buscar a carteirinha, pensei que não seria legal pegar o resultado do exame junto com eles caso fosse positivo. Quando cheguei ao laboratório pediram para que eu aguardasse um pouco, já fiquei nervoso, embora a possibilidade de dar positivo por eu ser homossexual e, naquela época era considerado "grupo de risco", a idéia de ser um super homem e que jamais isso aconteceria comigo, mesmo assim fiquei nervoso, os segundos pareciam horas e os minutos pareciam uma eternidade, de repente um senhor, acho que era médico, me chamou pelo nome e pediu para que entrasse em sua sala, fez várias perguntas e no final disse o resultado do exame SORO REAGENTE que queria dizer POSITIVO, para consolar disse que poderíamos repetir o exame, mas nesse momento já não estava importando mais nada, a única coisa que eu queria era sair dali correndo sem direção até o corpo cansar, mas disse que iria pensar e depois voltaria para fazer novo exame.
    O IMPACTO DO DIAGNÓSTICO
    Ao sair do laboratório não estava sentindo o chão nem mesmo lembrava aonde estava, procurei um orelhão e liguei para um amigo - Alô, Pedro, eu não sei o que fazer nem tão pouco para onde ir, fiquei sabendo que tenho HIV e a única coisa que sei é que vou morrer, cara me ajuda, o que vou fazer ? - Ele me acalmou, perguntou o endereço e foi me buscar, conversamos bastante e ele tentou me reanimar dizendo que eu estava bem e que as coisas poderiam ser diferente e que a morte chegaria para todos independente do HIV mas, isso para alguém que está com o "bichinho", é pura mentira. Na verdade, seria melhor que não falasse nada.
    Foi muito difícil chegar em casa com o meu pai doente e tentar disfarçar achando que não seria justo que eles sofressem ainda mais, os dias e anos foram passando e eu me anulando, vivendo escondido atrás dos meus familiares e amigos e, além de me esconder, me tornei uma pessoa muito amarga e apesar de fazer o bem para eles, procurando esquecer de mim mesmo, cobrava tudo que fazia dizendo que eles não tinham consideração e que eu tendo "essa doença", que naquele momento era mais mental do que física, e tudo que faziam eu dizia que não era nada, chegava a chocá-los e até mesmo ofendê-los com palavras que não quero me lembrar.
    Em dezembro de 1989 conheci um padre e contei a ele o meu "problema", ele, muito sábio, deu-me um livro para ler, infelizmente não me recordo o título, pois gostaria de hoje em dia passar para os meu amigos que ainda estão naquela fase. O livro fala de uma pessoa que ao saber que estava com uma doença fatal, na verdade foi escrito para pessoas com câncer, o escritor coloca sete estágios que a pessoa passaria ao saber da doença, não me lembro bem a seqüência mas vou tentar colocar o que lembrar; a primeira era de não acreditar na existência de Deus, porque se Ele existisse não deixaria isso acontecer comigo; a segunda era a da auto-piedade, porque comigo que sou a melhor pessoa do mundo, não faço mal a ninguém, porque não aconteceu isso com um ladrão, um assassino (besteira não?); a terceira era de jogar a culpa nas pessoas que mais me amavam, meus familiares (sem que soubessem porque estava bruto ou estúpido) e nos meus amigos, esses sim sabiam de tudo e tudo que faziam era tentar me ajudar, mas eu não aceitava suas ajudas; a quarta, a quinta e a sexta não me lembro; a sétima era a fase da aceitação da doença e que ninguém era culpado disso, nem mesmo eu, comecei então a achar que estava aceitando o HIV, de uma certa forma sim, mas continuei me escondendo atrás das pessoas vivendo suas vidas e não querendo viver a minha própria, a aceitação ainda não estava completa e precisaria de mais oito anos para chegar a esse ponto.
    De 1989 à 1998, o que mais me machucava era não ter mais a pessoa de quem gostava ao meu lado do que propriamente o HIV.
    Em 29 de julho de 1992 meu pai estava muito doente, resolvi levá-lo para meu chefe que era oncologista examiná-lo, e ao examiná-lo, sem tocá-lo com as mãos, me disse que estava com câncer e que estava muito adiantado, mas mesmo assim, o encaminhou para uma equipe médica conhecida, disse também que teria no máximo um mês de vida e ele morreu no dia 29 de agosto 1992. Isso me deu água na pleura e foi muito dolorida a drenagem e mesmo com a biópsia de tuberculose negativa fiz o tratamento de nove meses.
    Em 1995, quando ainda estava com o CD4 - 860, apareceram duas manchas cor de uva na minha barriga, já sabendo da existência do SK - Sarcoma de Karpotese em outras pessoas achei que também estava com esse tipo de câncer de pele, procurei meu médico e quando ele viu as manchas disse que era o SK, mas que de qualquer forma iria fazer a biópsia, e antes do resultado da biópsia já comecei a fazer quimioterapia, o pior não era fazer a quimioterapia e sim ver as pessoas que também faziam, o medo era tremendo e a única pergunta que vinha a minha mente era "será que também vou ficar assim, ai meu Deus é preferível morrer", da barriga começaram a aparecer em outros locais, como costas, pernas, ombros e o pior de todos foi aparecer no rosto, na ponta do nariz e embaixo do olho esquerdo. Nessa sala, havia uma garota que tinha na parte superior dos olhos e seus olhos mais pareciam olhos de sapos, era difícil de olhar, e um dia, uma senhora percebendo que eu também tinha no olho, virou-se e me disse "você vai ficar igualzinho a ela" , quis morrer nesse momento. E com isso tudo não fazia direito as sessões.
    Sempre fui muito observador do meu corpo, daqueles de ficar procurando pelos em ovos, um dia fiquei olhando dentro da minha boca e acabei achando algo, haviam duas manchas iguais a da barriga no meu palato, procurei meu médico que me encaminhou para o serviço de odontologia e comecei a fazer aplicações localizadas, não indico para ninguém, foi muito dolorido, minha cabeça, meu rosto, era uma dor insuportável que nenhum analgésico aliviava, só passava um dia ou dois antes de fazer a nova aplicação, foi um tempo difícil.
    O FUNDO DO POÇO
    De 1995 à 1997 comecei a não conseguir comer direito achando que a causa maior era a quimioterapia mas, na verdade, ainda existia uma rejeição muito grande da própria vida, havia uma batalha muito grande do meu consciente de querer viver e tomar os remédios, o AZT ,com uma semana de uso inchou o meu fígado e tive que parar o tratamento, comecei um tratamento alternativo com plantas Fitosterápicas, mas sou muito indisciplinado e a vontade de ficar bom era imediata não dava para esperar tempo algum, fiquei muito ansioso quando fiquei sabendo da chegado do coquetel, minhas esperanças estavam renovadas, e quando peguei o coquetel foi aí que começou realmente a pior fase da minha vida, não conseguia tomar nenhum dos medicamentos, tinha reações que ao comentar com meu médico, ele dizia que nunca tinha escutado de ninguém esse tipo de reação, fui emagrecendo, o meu CD4 (minha imunidade) ficou durante dois anos e meio "seis", ou seja, quase que zero, isso significava que poderia a qualquer momento pegar uma infecção oportunista, meu médico cada vez que pegava um novo resultado de exame que na verdade era igual ao anterior, só faltava arrancar os cabelos, insistindo sempre para que eu tomasse os medicamentos, mas não conseguia, nessa época freqüentava a reunião de aderência ao coquetel, e dizia sempre a mesma história que não conseguia tomar a medicação pois o Crixivam me dava uma sensação de desmaio muito forte, e o Epivir e a Estavudina também me dava muito mal estar, dor no estômago.
    Um dia, uma médica infectologista que participava da reunião para esclarecimentos me disse que se ela fosse a minha médica me encaminharia para a Saúde Mental, tive vontade de mandá-la para aquele lugar (depois de quase dois anos fui pedir desculpas a ela por ter pensado em mandá-la para aquele lugar, ela sorriu e disse que não estava entendendo nada o porquê das desculpas, então falei do ocorrido e que tinha ficado com muita raiva dela mas que agora sabia que ela tinha razão e que de certa forma me ajudou muito no meu crescimento), e assim fui caminhando até o momento de ter que me internar.
    Dias antes da internação viajamos toda a família para Ribeirão Preto, estava muito debilitado, então, no dia de voltar para casa, resolvi contar para o meu irmão mais velho e minha cunhada sobre o HIV, meu irmão chorou muito e perguntou há quanto tempo eu estava infectado , disse que há nove anos, perguntou porque não contei antes, disse que queria evitar o sofrimento, ele não concordou, minha cunhada ficou muito triste também mas fez aquela pergunta fatal "como foi que você pegou?", respondi que não sabia ao certo, mas tudo bem, na verdade, foi ela quem me levava ao médico quase todos os dias para tomar a medicação até o dia da internação.
    Fui internado no dia três de abril de 1998 e já no primeiro dia comecei a tomar o coquetel e não tive as reações esperadas, fiquei quarenta dias internado, pra mim foi muito bom, foi como nascer novamente, para a minha família que não sabia de nada a não ser meu irmão mais velho e sua esposa, o motivo da internação foi o câncer de pele, mesmo sem saber direito o real motivo, sofreram muito, pois somos uma família muito unida e a minha decisão de não contar foi só para protegê-los, livrá-los de um sofrimento ainda maior, tive minha alta no dia treze de maio do mesmo ano, e aí a minha vida começou a mudar.
    A VOLTA POR CIMA, QUALIDADE DE VIDA "10"
    Aí comecei minha nova vida tomando o coquetel sem problemas, com dois meses de medicação o meu CD4 já havia subido para 56 e a minha Carga viral (a replicação do vírus no sangue) estava indetectável, continuei meu tratamento psiquiátrico que chamo de "meu terapeuta", ele tem sido uma pessoa muito especial, um verdadeiro amigo que me fez enxergar um lado ruim que habita dentro de mim que eu chamo de "inimigo meu" e que graças a ele estou conseguindo me libertar, também continuo nas reuniões de Aderência ao Coquetel e na de Terapia de Grupo que são semanais, nela fiz grandes e verdadeiros amigos e amigas, até brincamos que o HIV apesar de tudo tem um lado bom que é se conhecer melhor, dar valor a certas coisas que antes passavam despercebidas, e conviver com outras pessoas fantásticas também soro-positivas, e conviver ainda melhor com minha família. Não posso esquecer dos meus amigos soro-negativos que me aguentaram durante esses anos ruins. Mas a quem sou mais grato mesmo é a Deus que nunca me abandonou.....
    CONCLUSÃO
    Viver vale a pena, sempre e sempre... e procurar fazer com que sejam eternos os momentos de felicidade que conseguirmos... viver sempre vale a pena  mas para se viver é preciso se proteger  PROTEJA-SE Não importa a idadde USE CAMISINHA SEMPRE!!!!!!BEIJO NA BOCA E FIQUEM COM DEUS!!!                                                  


segunda-feira, 12 de setembro de 2011

GOSTAVA TANTO DE VOCE


Alimentação


Uma alimentação saudável aumenta a resistência à aids, fornecendo energia para as atividades diárias e, também, vitaminas e minerais que o organismo precisa. Além de tornar a pessoa mais disposta, uma alimentação equilibrada fortalece o sistema de defesa, ajuda no controle das gorduras e açúcares do sangue, a absorção intestinal e melhora os resultados do tratamento.
A alimentação saudável é aquela que tem todos os alimentos necessários, de forma variada e equilibrada. Para se ter uma alimentação saudável, o ser humano precisa consumir alimentos de todos os três grupos:
Carboidratos
Fornecem a energia necessária para as atividades do dia a dia, como andar, falar, respirar etc.
Encontrados em: arroz, açúcar, massas, batata, mandioca, cereais, farinhas e pães.
Proteínas
Todos os tecidos do corpo são formados por elas. São as principais componentes dos anticorpos e dos músculos. Constroem, “consertam” e mantêm o corpo, além de aumentarem a resistência do organismo às infecções.
Encontradas em: carnes bovinas, suína, frango, peixes, miúdos, ovos, leite, iogurtes e queijos (animais) e feijão, soja e derivados, castanhas, amendoim, amêndoa (vegetais).
Gorduras
Fornecem energia. O organismo precisa delas em pequenas quantidades. Algumas vitaminas usam-nas para serem transportadas no organismo, assim como alguns medicamentos antirretrovirais também.
Encontrados em: manteiga, óleos, azeite de oliva, margarina, gordura animal (presente nas carnes).

Como se alimentar melhor?

O ideal é fazer três refeições principais por dia, com dois ou três lanches nos intervalos. A alimentação deve ser balanceada, variada, dando preferência aos alimentos não industrializados, sempre respeitando as características e hábitos de cada um. Deve ser priorizado o consumo diário de frutas, verduras, legumes, alimentos integrais e carnes magras. Frituras, gorduras e açúcares devem ser diminuídos ou evitados.

Cuidado com os alimentos

Um grande problema para os soropositivos são as doenças provocadas por alimentos contaminados, que podem causar vômitos, diarreias ou mesmo infecção intestinal. Alguns cuidados e dicas com os alimentos:
  • Antes de cozinhar, lavar bem as mãos e os utensílios que forem ser usados.
  • Copos ou pratos rachados não devem ser usados, pois os germes se acumulam nas rachaduras.
  • O lixo deve estar bem tampado e longe dos alimentos.
  • Manter os alimentos fora do alcance dos insetos, roedores e outros animais. Cobrir ou guardar em vasilhas bem fechadas.
  • Não consumir alimentos com alterações de cor ou cheiro.
  • Descongelar as carnes na geladeira e não em temperatura ambiente. Evitar comer carne crua.
  • O leite pasteurizado deve ser mantido na geladeira depois de aberto e a atenção na validade deve ser constante. Se não for pasteurizado, recomenda-se ferver antes de beber.
  • Evitar comer ovos crus. Cozinhar até ficarem duros (6 a 8 minutos de fervura) ou fritar até a gema ficar dura.
  • Cortar a carne e os vegetais em tábuas de plástico ou vidro e depois lavar. Evitar a tábua de madeira, pois acumulam muitos germes e bactérias.

O que é janela imunológica


Janela imunológica é o intervalo de tempo entre a infecção pelo vírus da aids e a produção de anticorpos anti-HIV no sangue. Esses anticorpos são produzidos pelo sistema de defesa do organismo em resposta ao HIV e os exames irão detectar a presença dos anticorpos, o que confirmará a infecção pelo vírus.
O período de identificação do contágio pelo vírus depende do tipo de exame (quanto à sensibilidade e especificidade) e da reação do organismo do indivíduo. Na maioria dos casos, a sorologia positiva é constatada de 30 a 60 dias após a exposição ao HIV. Porém, existem casos em que esse tempo é maior. O teste de 120 dias serve apenas para detectar os casos raros de soroconversão – quando há mudança no resultado.
Se um teste de HIV é feito durante o período da janela imunológica, há a possibilidade de apresentar um falso resultado negativo. Portanto, é recomendado esperar de 30 a 60 dias e fazer o teste novamente.
É importante que, no período de janela imunológica, a pessoa sempre faça sexo com camisinha e não compartilhe seringas , pois, se estiver realmente infectada, já poderá transmitir o HIV para outras pessoas.


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Marcelo
Oi, meu nome é Marcelo e gostaria de deixar um depoimento a meu
respeito .
Sempre achei que sair com várias mulheres era ser o melhor, o mais
gostoso e etc...
Por isso, sempre procurei sair com muitas mulheres, inclusive com
Garotas de Programa , pois elas são belas e topam tudo. Esse foi o meu maior erro, pois nessa de topar tudo que eu entrei em pânico .
Tenho uma noiva que me ama muito, mas mesmo assim não era o suficiente,
queria mais e mais mulheres ...
Um certo dia, saí com os amigos para uma " baladinha " na qual
bebemos muito, após essa balada fomos a uma casa com várias garotas de
programa. Chegando lá, peguei uma menina linda que se encantou por mim,
foi atração na hora, fomos para o quarto e transamos SEM CAMISINHA ...
Eu estava meio bêbado e ela também, só depois que nós verificamos a
loucura que fizemos .
Depois desse dia, eu contei para alguns amigos a besteira e todos eles me
disseram :
- Vá fazer o teste!!! - O Teste de HIV.
Quase tive um colapso, pois nunca na minha vida imaginei fazer um teste
desses, mas procurei um médico infectologista que pediu vários exames
incluindo o de HIV.
Resultado : Soronegativo.
Fiquei mais aliviado, mas comecei a ler na internet tudo sobre AIDS e
descobri a tal de janela imunológica, que pode variar de 3 a 12 semanas .
Entrei mais uma vez em estado de loucura, pois só de imaginar minha noiva
com essa doença ... não iria me perdoar .
Procurei novamente outro médico, e ele me pediu o segundo teste após três
meses, nesse período me deu todos os sintomas de HIV que se possa imaginar : gripe, diarréia
Foram os 3 piores meses da minha vida, mas hoje peguei o resultado e deu
SORONEGATIVO novamente . Estou muito feliz , pois isso serviu de lição para mim, pensei em todos os conceitos idiotas do passado e a partir de
agora estou amando mais minha noiva . Espero ajudar alguém com esse depoimento, e se CUIDEM !                                                                                                   -------------------------------------------------------------------------------------------------                                                                                                       
-Gostava tanto de você
Tim Maia
Não sei por que você se foi. Quantas saudades eu senti. E de tristezas vou viver. E aquele adeus não pude dar. 
Você marcou a minha vida. Viveu morreu na minha história. Chego a ter medo do futuro. E da solidão que em minha porta bate.

E eu gostava tanto de você. Gostava tanto de você. Eu corro e fujo destas sombras. Em sonhos vejo esse passado. E na parede do meu quarto. Ainda está o seu retrato. Não quero ver para não lembrar. Pensei até em me mudar.
Lugar qualquer que não exista. O pensamento em você. E eu gostava tanto de você. Gostava tanto de você...

Antigamente, quando ouvia esta música, não prestava muita atenção na letra por achar que era mais uma música sobre um cara que foi abandonado pela  mulher que amava, como muitas outras canções falavam...
Até que um dia, descobri a verdadeira história.

Para quem não sabe, o autor de "Gostava tanto de você" não escreveu esta música por causa de uma mulher qualquer que o tinha abandonado, mas sim, para a filha dele que havia falecido.
Estou enviando esta mensagem só para dizer: Aproveite cada momento da sua vida ao máximo, passe o maior tempo possível com as pessoas que você ama (família, amigos e amores) e torne  estes momentos inesquecíveis. Pode ser a última vez que vocês estarão juntos...............Bem minha gente o fato de ter lembrado desta musica é que nesta semana aconteceu de um amigo ter partido para o andar de cima .Eu estou um pouco desolado ,porém não devo fraquejar .E bom lembrar a todos que o cuidado é a forma de aumentar nossa expectativa de vida ,meu amigo achou que podia tudo e fez de tudo então fica a máxima ''quem procura acha'', alias achamos até quando não procuramos quiçá quando abusamos da sorte .Sejamos alertas cuidando de nosso corpo com mais carinho,e respeito pela vida alheia usando sempre camisinha. Apesar de tudo ele era um bom camarada; Deus lhe dará um bom lugar com certeza.Fica a lembrança AMIGÃO!!!!                                 -------------------------------------------------------------------NÃO ESQUEÇAM USEM CAMISINHA SEMPRE!!!!!!DEUS NÓS ABENÇOE!!!!
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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

VHIVENDO COM HIV


Vaso Chinês
Uma velha senhora chinesa possuía dois grandes vasos, cada um suspenso na extremidade de uma vara que ela carregava nas costas. Um dos vasos era rachado e o outro era perfeito. Este último estava sempre cheio de água ao fim da longa caminhada da torrente até a casa, enquanto aquele rachado chegava meio vazio.

Por longo tempo a coisa foi em frente assim, com a senhora que chegava em casa com somente um vaso e meio de água. Naturalmente o vaso perfeito era muito orgulhoso do próprio resultado e o pobre vaso rachado tinha vergonha do seu defeito, de conseguir fazer só a metade daquilo que deveria fazer.

Depois de dois anos, refletindo sobre a própria amarga derrota de ser 'rachado', o vaso falou com a senhora durante o caminho: 'Tenho vergonha de mim mesmo, porque esta rachadura que eu tenho me faz perder metade da água durante o caminho até a sua casa...'

A velhinha sorriu: 'Você reparou que lindas flores tem somente do teu lado do caminho? Eu sempre soube do teu defeito e portanto plantei sementes de flores na beira da estrada do teu lado. E todo dia, enquanto a gente voltava, tu as regavas. Por dois anos pude recolher aquelas belíssimas flores para enfeitar a mesa. Se tu não fosses como és, eu não teria tido aquelas maravilhas na minha casa.'

Cada um de nós tem o próprio defeito. Mas o defeito que cada um de nós tem, é que faz com que nossa convivência seja interessante e gratificante. É preciso aceitar cada um pelo que é... E descobrir o que tem de bom nele. Portanto, meu 'defeituoso' amigo, lembre de regar as flores do seu lado do caminho... e envie este e-mail a algum (ou a todos) os seus 'defeituosos' amigos. Sem esquecer que é 'defeituoso' também quem a mandou a você!                                                                  -------------------------------------------------------------------------------------------------------------
 



Oliver
21 anos

Meu nome é Oliver, tenho 21 anos, e sou soropositivo há 2 anos. Descobri a doença bem cedo, fazia exames de rotina todo ano, pois tinha relações sexuais sem camisinha em raras vezes e em um desses exames, deu positivo. Me assustei, mas não dramatizei a situação, eu sabia que corria esse risco quando transei sem camisinha e, infelizmente, aconteceu.
Minha família esteve comigo durante todo esse processo e sempre me acompanhou em tudo o que faço.
Os dois anos seguintes foram de acompanhamento com minha médica que sempre me orientou e cuidou para que minha saúde fosse a melhor possível, tomei vacinas contra hepatite, pneumonia, gripe, tudo para evitar ficar doente.
No mês passado, meu CD4 ficou próximo a 200 e resolvemos começar a medicação, e é por isso que estou escrevendo.

Comecei tomando AZT + Efavirenz, ela me alertou sobre os efeitos, e tudo mais e fui para casa começar, no primeiro dia tomando acordei super mal, com dores no corpo, enjôo, dor de cabeça, não conseguia parar de vomitar, horrível mesmo!
Fui parar no hospital para tomar soro, mas não podia falar que estava tomando remédios. Nunca imaginei que pudesse ser tão forte assim os efeitos, mas continuei tomando. Fiquei imprestável, não dava para trabalhar nos dias seguintes e minha médica comentou que deveria passar em algumas semanas. Mas realmente era difícil aguentar tendo que trabalhar e ir para a faculdade. Tomei por 4 dias e no 5º decidi parar, pq não dava para aguentar, avisei minha médica e ela falou que tentaríamos outra combinação. Parando de tomar os remédios me senti melhor, e até receber minha nova combinação de remédios, fui procurar na internet artigos, ou depoimentos de pessoas que tivessem passado por algo do tipo, mas encontrei pouquíssimas informações sobre pessoas que tinham tomado medicamentos e se esses efeitos passavam mesmo... enfim...pensei que a maioria das pessoas que se adequavam aos medicamentos nem escreviam nada depois, só na hora do desespero, porque encontrei cada depoimento que mais me assustou do que acalmou!

Quando recebi minha nova combinação já estava morrendo de nervoso...e medo de tudo voltar, mas combinei com minha médica que eu aguentaria de qualquer jeito pelo menos 15 dias sem parar.... a nova combinação era do mesmo AZT + Kaletra. Tomei a primeira dose e fui durmir morrendo de medo, mas acordei super bem, e no dia seguinte também estava ótimo, pensei...pronto nem acredito que vou me tratar e ainda por cima não sentir nada... mas a alegria durou pouco..
No 3º dia não sei o que houve, começou a dor no corpo, dor de cabeça... falta total de apetite...e por aí vai.. mas não vomitava pelo menos.. aí pedi um atestado e fiquei em casa, já que tinha me proposto a tomar os 15 dias né? Aguentei com muita força os dias que passaram, minha mãe sempre me incentivando a não parar, que tudo passaria, mas eu não sentia passar, às vezes me sentia melhor à noite, mas de manhã acordava muito mal.. os efeitos eram muito aleatórios.
Quando completei 1 semana tomando, acordei melhor, e nos dias seguintes meu apetite voltou e fui melhorando e voltando ao normal. Hoje faz pouco mais de 1 mês que estou tomando os medicamentos, me sinto bem, inclusive estou trabalhando agora e escrevendo aqui. Não vou dizer que estou 100%, me canso fácil, às vezes dá uma dor de cabeça, mas nada comparado ao que passei nos primeiros dias. Faço muuuito sexo ainda (hehehe) com camisinha claro, faço exercícios porque não custa, né? Me alimento normalmente e sigo rigorosamente meus horários e indicações de minha médica. No ano novo bebi e passei muuuito mal, então aconselho a quem estiver começando nem tentar misturar com álcool, porque eu não vou passar nem perto.
Minha intensão com tudo isso é incentivar a galera que está começando agora com os medicamentos a não desistir e tentar lutar, porque afinal ninguém pegou HIV de graça, né?
E dá para viver com ele antes e depois do tratamento.
Abraços a todos.                                                                                                                           -----------------------------------------------------------------------------------------------




Monitoramento

Seminário discute modelo integrado de avaliação de desempenho a ser utilizado pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais

Avaliações de desempenho são fundamentais para que os sistemas de Saúde Pública possam desempenhar suas funções da melhor forma possível, pois permitem a identificação de problemas e podem auxiliar na seleção de intervenções mais efetivas. Com o objetivo de definir um conceito de desempenho para guiar as atividades de monitoramento e avaliação do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, será realizado em Brasília, entre os dias 29 e 31 de agosto, o Seminário Internacional de Avaliação de Desempenho de Sistemas Complexos para Enfrentamento das DST, Aids e Hepatites Virais.
Para Dirceu Greco, diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, as informações obtidas pelos sistemas de monitoramento e avaliação são determinantes para o estabelecimento de prioridades. “Relatórios como a Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas Relacionadas às DST e Aids orientam as ações do Departamento e a criação de políticas públicas”, afirma. O evento é promovido em parceria com a Escola Nacional de Saúde Pública e tem apoio técnico e financeiro dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (Centers for Disease Control and Prevention – CDC). As palestras serão ministradas por especialistas brasileiros e do exterior.
A importância do monitoramento e avaliação para o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais pode ser observada em iniciativas como o Sistema de Monitoramento da Política de Incentivo, desenvolvido para verificar o andamento das parcerias com as organizações da sociedade civil e a implementação de planos e metas pactuados com estados e municípios. O sistema permite o acompanhamento dos recursos financeiros disponibilizados pelo Ministério da Saúde. O procedimento é essencial para comprovar se os repasses foram utilizados da forma combinada, em atividades como a aquisição de medicamentos para doenças sexualmente transmissíveis e camisinhas.
A programação do Seminário inclui um primeiro dia com exposições dialogadas (para uma audiência mais abrangente), seguido de dois dias de oficinas de trabalho para discussão e elaboração do modelo integrado de avaliação de desempenho a ser utilizado pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Além disso, o encontro possibilitará a troca de experiência entre os participantes sobre sistemas de monitoramento e avaliação e sobre a prática profissional no campo.
Um dos assuntos discutidos será o Plano Nacional de Monitoramento e Avaliação. O documento apresenta as diretrizes técnico-científicas e operacionais do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, abordando aspectos como a necessidade de estudos avaliativos especiais que considerem intervenções estratégicas e a diversidade nacional. Destaca, ainda, a importância da descentralização das atividades e de ações de capacitação.                                                                                                  -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Gays, travestis e outros homens que fazem sexo com homens
Desde o início da epidemia, na década de 1980, a infecção pelo HIV tem sido um problema crítico de saúde principalmente entre gays, travestis e outros homens que fazem sexo com homens. Esse grupo permanece vulnerável à aids e a outras doenças sexualmente transmissíveis por ainda haver preconceito e estigma e pela carência de leis que criminalizem a violência cometida contra um homossexual.
Na tentativa de reduzir os casos de infecção entre gays e travestis, o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais lançou, em março de 2008, oPlano de Enfrentamento da Epidemia de Aids e das DST entre população de Gays, HSH e Travestis. O plano traça diretrizes de combate às vulnerabilidades sofridas por esse segmento por meio de agendas afirmativas com estados e municípios. As ações específicas de prevenção são realizadas diretamente nos municípios junto a gays e outros HSH, por meio da gestão municipal e da atuação de organizações da sociedade civil, pioneiras no trabalho de educação entre pares e responsáveis por uma parte significativa da atual cobertura junto a esse grupo.

Respeito à diversidade
Ao longo dos anos, tem-se investido em estratégias no campo da cidadania, esperando reduzir a vulnerabilidade de gays e outros HSH. Assim, prioriza-se o apoio a ações de desenvolvimento institucional para o fortalecimento político das organizações da sociedade civil. Um exemplo disso é o apoio às Paradas do Orgulho Gay, desde 1999. Outra grande conquista é o Programa Brasil Sem Homofobia. Como resultado do compromisso assumido nesse programa do governo federal, o Ministério da Saúde constituiu o Comitê Técnico de Saúde da População GLTB, formado por todas as áreas do Ministério da Saúde, por meio do qual se pretende atender às prioridades no campo da saúde para o cumprimento integral do princípio de equidade e acessibilidade do SUS. Ao longo dos anos, foram elaboradas campanhas educativas específicas que destacam a luta contra o preconceito como prioridade e como estratégia para combate às DST/HIV/aids.                                                                     
 ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------DESTAQUES DA MÍDIA 08/09/11
Com o Brasil muito atrás dos países ricos e de outras nações em desenvolvimento, como Índia e Coreia do Sul, o Ministério da Saúde decidiu multiplicar em 3,8 vezes o investimento público voltado para pesquisa de novos medicamentos, vacinas e avaliação do Sistema Único de Saúde (SUS). O anúncio, marcado para hoje, prevê que, em quatro anos, a União use R$1,5 bilhão para financiar o setor, contra R$492,5 milhões gastos nos últimos oito anos. Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o governo quer que a indústria farmacêutica pelo menos quadruplique investimentos até 2014.                                                                                                                          --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------  PRECISAMOS URGENTEMENTE NÓS CONSCIENTIZARMOS DE QUE AIDS PODE SER CONTROLADA A NÍVEIS MENORES ATÉ SUA TOTAL EXTINÇÃO .A CURA É ESTA! PORTANTO ''CAMISINHA SEMPRE''.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

VHIVENDO COM HIV




Vera
Olá,

Eu sou a Vera e tenho 34 anos.
Iniciei minha vida sexual aos 16 anos e de maneira bem irresponsável, ou
seja, algumas vezes sem o uso de preservativo. Na época, minha única
preocupação era não engravidar. Só que com todo este descuido, acabei
engravidando aos 21 anos. Depois, continuei com meus relacionamentos
esporádicos, porém me tornei mais cuidadosa e passando a usar preservativos em minhas relações. Afinal, agora tinha uma vida que dependia de mim.
Iniciei um relacionamento com um homem casado.Ele sempre foi
hipercuidadoso e usávamos preservativo em todas as relações.
Um dia porém, ele quis experimentar uma transa sem camisinha comigo e eu permiti. Depois desta experiência (que ele descreveu como maravilhosa), ele ficou muito preocupado, pois morria de medo de passar qualquer tipo de doença para a esposa. Perguntou se meus exames estavam em dia, enfim, fez um verdadeiro interrogatório. Indagou inclusive se eu já tinha feito o teste HIV.
Eu menti, dizendo que sim e ele pediu para ver o exame. Eu nunca havia feito o teste, pois devido a minha conduta, sempre tive medo de descobrir o pior.
Fui a um laboratório particular e fiz o teste que ficou pronto em 05 dias.
No dia de pegar o resultado, foi o pior dia da minha vida. Morria de medo
de abrir o envelope e dar de cara com um "reagente", mas graças a Deus, o teste deu negativo e eu "esfreguei" o resultado na cara do sujeito que pôde respirar aliviado.
Bem, depois desta experiência humilhante, repensei minha vida e hoje
procuro servir a Deus, da melhor forma e agradecendo a ELE todos os dias por ter nascido de novo.                                                                                   -------------------------------------------------------------------------------------------------

Jovens HIV/aids lançam publicação sobre suas histórias de vida

A ideia é mostrar uma nova perspectiva sobre o viver com aids nos dias de hoje

A descoberta da “bruxa malvada”, a aids, e o encontro com o atual amor, o João, fazem parte da história de vida que parafraseia o conto de fadas João e Maria, para descrever como é viver com HIV/aids. O conto, vencedor do concurso literário Vidas em Crônica, faz parte da publicação AZT 2, a ser lançada pelo Ministério da Saúde, dia 3 de setembro, na XV Feira Pan-Amazônica do Livro, em Belém (PA). Mais do que descrever a condição de vida, o relato dos oito jovens conta a trajetória de superação do estigma e do preconceito, de forma leve e envolvente.
Cinco contos são sobre jovens que vivem com HIV e três de quem convive com a pessoa que tem o vírus. Os relatos foram reescritos pelo grupo, a partir de uma oficina de arte em Brasília (DF), realizada pelo jornalista José Resende Jr., vencedor do Prêmio Jabuti 2010, na categoria “Contos e Crônicas”. A ideia é mostrar uma nova perspectiva sobre o viver com aids nos dias de hoje, já que os jovens não conviveram com o início da epidemia no Brasil – quando a doença era considerada uma sentença de morte.
Na Feira Pan-Amazônica do Livro, serão apresentados os painéis pintados pelos jovens. Durante o evento também serão realizadas oficinas e roda de conversas, para promover a prevenção às DST, aids e hepatites virais, além de contribuir para a redução do estigma em relação a essas pessoas. As atividades contam com a participação de Hugo Soares, 24 anos, representante no estado do Pará da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids.
Entre os critérios de seleção dos textos, foram considerados aspectos como adequação ao tema, respeito aos direitos humanos e criatividade. “A iniciativa contribui para que os jovens descubram possibilidades de atuação frente aos desafios locais de enfrentamento da doença”, avalia Eduardo Barbosa, diretor-adjunto do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde. Dados do Ministério mostram que, em 1991, havia 155 municípios com pelo menos um caso de aids em jovens de 13 a 19 anos. Em 2009, subiu para 237 o número de cidades com registro da doença nessa faixa etária.
O total de casos de aids nessa faixa etária, de 1980 até junho de 2010, corresponde a 12.693 registros. Atualmente, a região com a maior taxa de incidência de aids nesse grupo é o Sul (4,2 casos da doença a cada 100 mil habitantes), seguida do Norte (3,1), Sudeste (2,7), Centro-Oeste (2,6) e Nordeste (1,9).
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CAMPANHAS:
FiqueSabendo é uma mobilização de incentivo ao teste de aids e tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da realização do exame. Artistas e formadores de opinião já estão se envolvendo para incentivar a população a fazer o teste e diminuir cada vez mais o preconceito em relação ao HIV/aids. Fazer o teste de aids é uma atitude que mostra como você se preocupa com a sua saúde


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Vídeos


Fique Sabendo com Leila do Vôlei

Notícias

25/10/2010 - 10:22
A quantidade de testes rápidos distribuídos aos estados subiu de 680 mil para 2,6 milhões. Os tradicionais também aumentaram de 3,96 milhões para 4,93 milhões
06/10/2010 - 00:00
Como a maioria dos profissionais já possuem algum conhecimento na área, o treinamento será focado na atualização de informações sobre o teste rápido do HIV
31/08/2010 - 00:00
A adesão ao tratamento incentiva a ingestão adequada de medicamentos e envolve também ações de prevenção e melhoria da qualidade de vida. É, também, uma das principais medidas para o enfrentamento da aids no Brasil
13/08/2010 - 00:00
O fato de ter o HIV, não necessariamente significa que a pessoa esteja inapta para o trabalho. Pelo contrário, o trabalho pode trazer mais qualidade de vida ao paciente com HIV e aids                                                          ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------GOVERNO LEVA TESTES A ÍNDIOS DO MATO GROSSO                                  

O Ministério da Saúde começou, nesta terça-feira (6), a realização de testes rápidos para a detecção do vírus HIV entre indígenas do Mato Grosso. A primeira aldeia visitada pelas equipes de saúde, coordenadas pela Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde, é a de Umutina, a cerca de 200 quilômetros da capital. A expectativa é que sejam realizados hoje aproximadamente 300 exames entre os índios em idade fértil da aldeia de Umutina, atendida pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) de Cuiabá.

Poucas gotas de sangue são suficientes para um diagnóstico confiável em até 30 minutos e na própria aldeia. “Possibilitar o acesso dos indígenas que vivem em áreas remotas a exames como esse, sem que eles tenham de sair da comunidade, representa um grande ganho para a qualidade de vida destes povos”, destaca o secretário especial de Saúde Indígena, Antônio Alves. Anteriormente, os índios precisavam ser removidos a áreas urbanas para fazer a coleta de sangue e aguardar 15 dias para receberem os resultados dos testes.

Além da realização da coleta e do exame, os profissionais de saúde são capacitados para orientarem os indígenas sobre a importância dos testes. Nos próximos meses, testes rápidos de sífilis e hepatites B e C serão realizados em 10 etnias do DSEI de Cuiabá, localizadas em 16 municípios do estado que abrangem uma área de dois milhões e 300 mil hectares de terras, onde vivem cerca de 6,5 mil indígenas. “Esse trabalho é parte da atenção integral à saúde indígena, que é executada respeitando-se as especificidades de cada um dos 220 povos que habitam o território nacional”, explica o secretário Antônio Alves.

A nova tecnologia e os procedimentos para os testes rápidos são validados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e podem ser realizados, sem perda de eficácia, até mesmo em condições adversas, como em áreas onde a temperatura ou a umidade são elevadas.

TRATAMENTO – Em caso de diagnóstico positivo para HIV e hepatites virais, os pacientes são removidos para os municípios de referência e assistidos em unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). Já o tratamento para sífilis começa imediatamente após a confirmação do diagnóstico e é realizado na aldeia.

O SISTEMA – O Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) é a unidade descentralizada do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS). Este subsistema é formado por 34 DSEIs, em todo o país. Destes, nove já fazem os testes rápidos de HIV e sífilis e estão capacitados para realizar os testes de hepatites B e C, nos próximos meses.

No Amazonas e em Roraima, mais de 45 mil índios que vivem em aldeias remotas ou em localidades de difícil acesso (aproximadamente 55% da população indígena dos dois estados) já fizeram estes tipos de exames nos DSEIs de Alto Solimões, com sede em Tabatinga (AM); Alto Rio Negro, com sede em São Gabriel da Cachoeira (AM); Manaus (AM); Parintins (AM); Médio Rio Purus, com sede em Lábrea (AM); Médio Solimões, com sede em Tefé (AM); Vale do Javari, com sede em Atalaia do Norte (AM) e Leste Roraima e Yanomami, ambos com sede em Boa Vista (RR).

Da Agência Saúde, Ascom – MS
(61) 3315-2509 /3580                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                            

 E NÃO SE ESQUEÇA USE CAMISINHA SEMPRE E BEIJO NA BOCA.