domingo, 16 de outubro de 2011

VHIVENDO COM HIV

Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é "muito" para ser insignificante.

     AIDS - Perfil da doença muda no Estado de GOIAS


O aumento da sobrevida dos soropositivos e redução do número de transmissão de mãe para feto são pontos que podem ser comemorados no dia 1º de dezembro. Entretanto, a interiorização e feminilização do doença em Goiás exigem alerta.
Hoje, 1º de dezembro, é comemorado o Dia Mundial de Combate a Aids. A história da Aids vem sendo alterada no País e para concretizar ainda mais o combate aos efeitos da doença o tema para este ano é “Viver com Aids é possível. Com preconceito não”. Pelo menos dois fatores podem ser comemorados: a terapia anti-retroviral tem retardado a evolução da infecção, melhorando a qualidade de vida dos doentes; e a quimioprofilaxia do recém-nascido com o AZT e sua alimentação desde o nascimento com a fórmula infantil têm reduzido a transmissão vertical (de mãe para feto).
O perfil epidemiológico da Aids em Goiás vem se modificando desde os primeiros casos notificados no inicio da década de 80. Na primeira metade desse período, a Aids tinha como principais formas de transmissão: a sexual, entre homens que fazem sexo com homem; a sanguínea, por transmissão de hemoderivados e o uso de drogas injetáveis. No final da década de 80 e início dos anos 90, a epidemia assumiu um novo perfil com a transmissão heterossexual passando a ser a principal via de transmissão do HIV, acompanhada de uma expressiva contribuição das mulheres no aumento da incidência da epidemia (Ministério da Saúde, 2002).
Em Goiás, foram registrados de 1984 até outubro de 2009, segundo dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), 9.248 casos em adultos (maior de 13 anos). Nos últimos cinco anos a doença tem se mantido num patamar de aproximadamente 600 casos por ano. Enquanto a taxa de incidência de Aids por 100 mil habitantes no ano passado era de 7,04, no último semestre esse número caiu para 2,27*. Desse total 67% eram do sexo masculino e 32,96% do sexo feminino.
Outro ponto de destaque na análise desse ano é o aumento da incidência no grupo feminino, que tem contribuído crescentemente com a epidemia no Estado. Uma vez que em 1988 para cada 11 casos notificados no sexo masculino havia 1 caso no sexo feminino; em 2006 essa proporção passou a ser de 1,5: 1; já em 2009 passou de 2 casos notificados no sexo masculino para 1 caso no sexo feminino, retratando que os trabalhos desenvolvidos de prevenção e conscientização das mulheres nos últimos 2 anos tem contribuído para alterar este perfil.
Faixa etária - Do total de casos acumulados entre 1984 a 2009, a faixa etária que concentrou o maior percentual de casos foi a de 20 a 34 anos com 52% dos casos, seguida da faixa de 35 a 49 anos com 36,7% dos casos registrados. Na população com mais de 65 anos de idade este percentual foi de 0,9% o que apresenta considerável aumento nesta faixa-etária comparado aos outros anos.
A Taxa de incidência na faixa etária de Aids adulto de 20-34 anos nos períodos de 2007, 2008 e 2009 foi de 16,13; 13,47; 4,15, respectivamente. Na faixa etária de 35-49 anos foi de 1,97 em 2007; 16,90 em 2008; e 6,58 em 2009. Na faixa etária de 50-64 anos foi de 9,64 em 2007; 9,43 em 2008; e 2,91 em 2009. Em 2007 a incidência na faixa etária de 65-74 anos foi de 3,74; em 2008 de 2,16 e em 2009 de 1,74 por 100.000 hab. Em pessoas acima de 80 anos e mais a incidência foi de 1,51 sendo que de 2007 e 2008 não havia nenhum caso notificado.
O número de casos acumulados em gestantes HIV+ de 1998 a 2009* é de 1.068 casos. Em menores de 13 anos o total acumulado de casos é de 233, sendo 76% por transmissão vertical. A taxa de incidência em menores de 13 anos no ano de 2007 foi de 0,52; de 0,31 em 2008 e de 0,15 em 2009 (Fonte:SINANW/SSIS/GVE/SPAIS/SES-GO). A descoberta e o tratamento precoce da gestante positiva para o vírus HIV durante o pré-natal têm contribuído para a redução da transmissão vertical da doença no Estado.
Do total de 7.804 casos registrados entre 1984 a 2006, foram a óbito 3.015 pacientes. A taxa de mortalidade em 2004 foi de 3,38/100 mil , em 2005 de 3,38 e em 2006 de 3,8.
Interiorização - Observa-se um processo de interiorização nas regiões metropolitanas, nos últimos anos, com o maior crescimento da epidemia nos municípios com menos de 50.000 habitantes (Ministério da Saúde 2002). Em 1989, 65,08% dos casos notificados em Goiás concentrava-se na capital. Ainda nesta década, no ano de 1985, foi registrado o primeiro caso em um município do interior do Estado. Hoje, o percentual de casos na capital reduziu para 35% enquanto o percentual dos municípios do interior aumentou de 34,92% para 65% neste mesmo período.
A mudança de perfil epidemiológico do Estado reflete a interiorização e feminização da doença seguindo a tendência de estabilização observada no país. No entanto, mesmo com o aumento da sobrevida e a melhoria na qualidade de vida do paciente, ainda não há cura para a doença.
Acompanhamento - Atualmente o Estado de Goiás possui 16 unidades de Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) que realizam atividades educativas de promoção e prevenção das DST/HIV/Aids, aconselhamento pré e pós-teste, exames de HIV, sífilis e hepatites virais. Estão distribuídos nos seguintes municípios: Anápolis, Aparecida de Goiânia, Campos Belos, Goiânia, Itumbiara, Jataí, Luziânia, Rio Verde, Santo Antônio do Descoberto, Catalão, Ceres, Formosa, Caldas Novas, Planaltina, Valparaíso e Uruaçu.
O Estado conta ainda com oito unidades de atendimento aos portadores de HIV/AIDS, denominadas de Serviço de Assistência Especializada - SAE, que oferecem o tratamento ambulatorial e estão localizados nos municípios de Goiânia, Anápolis, Rio Verde, Itumbiara, Jataí, Caldas Novas, Santo Antônio do Descoberto e Ceres. O Estado conta com o Hospital de referência estadual – Hospital de Doenças Tropicais - HDT. No atendimento às Gestantes HIV+, a referência estadual é o Hospital Materno Infantil – HMI.
Fonte: SES-GO--

SUS oferecerá teste rápido para sífilis

Ministério da Saúde já capacitou 350 multiplicadores para treinar profissionais de saúde para a testagem rápida. Até o final do ano, serão 680 técnicos

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferecerá teste rápido de triagem para o diagnóstico de sífilis. Até o fim deste ano, o Ministério da Saúde vai adquirir 392 mil kits para implementação da testagem na rede pública. A ação faz parte da celebração do Dia Nacional de Combate à Sífilis, realizado todo terceiro sábado de outubro.
O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais da Secretaria de Vigilância em Saúde já capacitou 350 multiplicadores para treinar profissionais de saúde para implantar a testagem rápida. Até o final do ano, 680 técnicos estarão capacitados a orientar os serviços locais sobre como realizar o exame.
“Com a Rede Cegonha, o ministério quer garantir que 100% das gestantes e seus parceiros sexuais, tenham acesso ao exame de sífilis e, quando necessário, ao tratamento”, afirma o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha. A Rede Cegonha reúne a integração de serviços e medidas para a atenção à gestante e seu bebê, desde o planejamento familiar aos primeiros dias após o parto.
No Brasil, dados do Ministério da Saúde mostram que a prevalência de sífilis em parturientes encontra-se em 1,6%, cerca de quatro vezes maior que a prevalência da infecção pelo HIV.
“O esforço é para conseguirmos eliminar a forma congênita da doença, aquela que é transmitida de mãe para filho, até o ano de 2015. Esses casos são inaceitáveis e revelam dificuldades de acesso a um pré-natal de qualidade que precisam ser superadas rapidamente”, diz o Secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.
De 2005 a 2010, foram notificados 29,5 mil casos de sífilis em gestantes, no país. A maioria dos casos no período ocorreu nas Regiões Sudeste e Nordeste, com 9.340 (31,6%) e 8.054 (27,3%) de casos, respectivamente. No ano de 2009, a taxa de detecção para o país foi de três casos por 1.000 nascidos vivos, sendo que as maiores taxas estão nas regiões Centro-Oeste, com 5,2 e Norte, com 4,5.
De 2000 a 2010, foram detectados no Brasil 54.141 casos de sífilis congênita em crianças menores de um ano de idade. Do total acumulado nesse período, a Região Sudeste registrou 24.260 (44,8%) casos; a Nordeste, 17.397 (32,1%); a Norte, 5.223 (9,6%); a Sul, 3.764 (7,0%); e a Centro-Oeste, 3.497 (6,5%).
Sinais e sintomas - A sífilis é uma doença infecciosa causada pela bactéria Treponema pallidum e pode se manifestar de forma temporária, em três estágios. Os principais sintomas ocorrem nas duas primeiras fases, período em que a doença é mais contagiosa. O terceiro estágio pode não apresentar sintoma e, por isso, dá a falsa impressão de cura da doença.
Com o desaparecimento dos sintomas, o que acontece com frequência, as pessoas se despreocupam e não buscam diagnóstico e tratamento. Sem o atendimento adequado, a doença pode comprometer a pele, os olhos, os ossos, o sistema cardiovascular e o sistema nervoso. Se não tratada, pode até levar à morte. Saiba mais sobre a doença.
Além da transmissão vertical (de mãe para filho), a doença pode ser transmitida de uma pessoa para outra durante o sexo sem camisinha com alguém infectado e por transfusão de sangue contaminado. O uso da camisinha em todas as relações sexuais e o correto acompanhamento durante a gravidez são meios simples, confiáveis e baratos de prevenção.
Estimativa OMS - Segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS), a cada ano no mundo ocorrem aproximadamente 12 milhões de novos casos da doença. No Brasil, as estimativas da OMS de infecções de sífilis por transmissão sexual, na população sexualmente ativa, a cada ano, são de 937 mil casos.
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DEPOIMENTOS:

As linhas tortas do livro de Jó

20 de julho de 1989: Edeny está sentada na sala de casa, em São Mateus (Espírito Santo). Vê televisão como quem não vê, distraída, quando a notícia de última hora interrompe a programação: Lauro Corona acaba de falecer, vítima da aids. Mas, no lugar do ator, Edeny vê o rosto do irmão Edson, a quem carregou no colo como se fosse filho. Mas Edinho não tem aids. Ou tem? Será essa a explicação para as repetidas crises de pneumonia? Evangélica, Edeny interpreta a visão como um sinal do céu. E levaria os dois anos seguintes preparando-se para a notícia que afinal chegou com o telefonema de uma médica, amiga da família: Edinho tem aids. O céu estava certo.
Edinho tinha tudo para ser a quarta tragédia de uma família que nunca perdeu a fé, apesar de tantas vezes testada – como Jó, o paciente e fiel patriarca bíblico. Manoel e Dorvalita botaram nove filhos no mundo. José morreu com sete dias de vida, vítima justamente do mal de sete dias. Eulina, com pouco mais de um ano, por causa do sarampo. Erni teve, aos 3 anos de idade, a morte mais trágica. O pai guardava em casa gasolina, para o motor, e querosene, para a lamparina. Uma noite, cansado, trocou os combustíveis. A lamparina explodiu e Erni morreu queimada. Manoel arrastou a culpa até o leito de morte, mas nunca esmoreceu, como bom patriarca. E quando decidiu fazer da casa um hotelzinho simples, mandou pintar na fachada: Pensão Alegria.
Com a morte de Erni, o casal resolveu dar um tempo na procriação. Foram nove anos, até que se iniciasse a segunda leva de filhos. Edeny foi a caçula, até que chegou Edinho, o único a precisar de auxílio médico para nascer. A parteira não dava conta, e coube a Edeny, então com 6 anos, a tarefa de convocar o Dr. Péricles. Depois, montou plantão na porta fechada do quarto, ouvido colado à porta, olhos grudados no buraco da fechadura, até que os adultos descobrissem o logro e lhe impedissem a visão.
Edson era lindo, o bebê mais bonito que Edeny jamais vira em seis anos de vida. Nasceu com o cabelo tão grande que a mãe foi obrigada a cortar, para descobrir-lhe os olhos. Virou o bonequinho de Edeny, a quem cabia cuidar das roupinhas do caçula. E foi justamente a roupinha, enrolada em várias camadas, que amorteceu a queda e evitou o pior quando Edeny rolou escada abaixo com o recém-nascido no colo.
Os dois cresceram mais que irmãos: amigos. E foi por isso que Edeny chorou tanto ao receber o sinal do céu, em forma de notícia urgente na tevê. E foi por isso que dois anos depois, até o diagnóstico, e pelas duas décadas seguintes, passaria a viver como se tivesse uma espada sobre a cabeça.
Os médicos foram implacáveis: Edson tinha poucos meses de vida. Edeny e os familiares renovaram a fé, nas orações e nos medicamentos. Estavam mais uma vez sendo testados. Duplamente testados: além de tudo, o filho-irmão revelara-se homossexual; era portanto, à luz da doutrina, um pecador. Mas a religião que aponta o dedo para o pecador é a mesma que ensina a amar o pecador. Edinho decidiu deixar a igreja, mas foi amado como nunca. Contrariou os vereditos dos médicos e viveu meses, anos, duas décadas. Está vivo e bem. Sofreu com os efeitos colaterais dos medicamentos que lhe adoeceram o baço e o fígado e lhe roubaram o sono. Negou o tratamento por três vezes, mas voltou, graças sobretudo à persistência de Edeny. Quase morreu muitas vezes, a última quando surgiram os sarcomas. A salvação estava nos medicamentos importados dos Estados Unidos e Europa: US$ 2.500 por mês. A família recorreu à Justiça, mas a doença caminhava mais rápido que o processo. Edeny propôs venderem a casa, para custear o tratamento. Edinho não aceitou: “Se fizermos isso, deixaremos de ajudar aqueles que não podem pagar, e que dependem da minha vitória para abrir caminho”.
Os medicamentos chegaram a tempo, e Edinho abriu o caminho para os que não podiam pagar. Tornou-se voluntário: visita soropositivos de casa em casa. Conversa, transmite confiança, faz orações, ajuda a aplicar medicamentos injetáveis. Edeny muitas vezes o acompanha nessa jornada.
Edinho vive hoje com o companheiro. A igreja o recebeu de volta; em troca, ele e o homem que ama vivem em celibato. Por outro lado, o pastor que antes se referia à aids como “castigo” para os pecadores, hoje prefere termo mais brando: “consequência”.
Mas se a vida e o sofrimento ensinam, o que Edeny aprendeu nestas duas décadas sob o fio da espada? Sobretudo a aceitar diferenças e amar os diferentes. Hoje, quase não julga – e quando o faz é para refletir, entender, absolver. Ela sabe que o preço foi muito alto, e a pior parcela paga pelo irmão querido, mas afirma que todos cresceram na adversidade. Tornaram-se pessoas melhores.
Moral da história: depois de anos e anos frequentando a igreja e lendo a Bíblia, Edeny finalmente aprendeu a amar o próximo. E quem ensinou o verdadeiro sentido das palavras de Cristo foi um homem que amava outros homens, e que por isso foi chamado de pecador.
Como se Deus, de fato, escrevesse certo por linhas e mãos tortas.    Não ter preconceito não basta é preciso usar sempre camisinha!!beijo na boca e até!!!                                       

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

VHIVENDO COM HIV

 “Mal será o dia do homem quando ele se tornar absolutamente satisfeito com a vida que está levando, quando não estiver eternamente batendo nas portas de sua alma um enorme desejo de fazer algo maior.”
PERGUNTAS E RESPOSTAS
O que é a Aids?
• A Aids acontece quando uma pessoa é infectada pelo HIV e apresenta doenças oportunistas. Este vírus ataca as células do sistema de defesa, justamente as que protegem o corpo contra outras infecções.
• A pessoa fica mais vulnerável ao ataque de outras doenças, como, por exemplo, pneumonia, tuberculose e meningite. São as chamadas infecções oportunistas.
• O HIV vive no sangue e nas secreções da pessoa infectada. Por isso, a Aids só pode ser transmitida por relação sexual sem camisinha, pelo sangue contaminado, e da mãe para o filho durante a gravidez ou no parto.

• Você tem que saber que a Aids não ataca apenas homossexuais, usuários de drogas injetáveis e pessoas que receberam transfusão de sangue, como se acreditava até alguns anos atras.
• Quem tem Doença Sexualmente Transmissível DST (gonorréia, sífilis, cancro, crista-de-galo e herpes) está mais sujeito a pegar Aids. Estas doenças provocam feridas nos órgãos genitais que são uma porta aberta para a entrada do HIV.
• O que deixa você mais exposto ao vírus da Aids é o comportamento de risco.
Transar com pessoas que têm Aids pega?
Não, desde que essa transa seja uma transa segura, ou seja, uma transa com camisinha, pois a camisinha bem colocada e lubrificada é eficaz na prevenção da Aids e de outras doenças sexualmente transmissíveis.
Como fazer sexo seguro?
A prática do sexo seguro consiste em fazer sexo com responsabilidade, fazer sexo com camisinha, protegendo você e seu parceiro. Fazer sexo seguro/responsável quer dizer não ter filhos antes da hora. Isso é que é fazer sexo seguro.
Se o vírus é encontrado no sangue, como é que ele é transmitido pelo esperma e pelo líquido da mulher?
Não é o sangue, propriamente dito, que transmite o HIV, são os linfócitos (glóbulos brancos), que existem em grande quantidade no sangue, e que também são encontrados no esperma e no líquido da mulher.
O sexo oral tem mais perigo que o sexo anal? Por quê?
Houve uma pequena troca de lugares, o sexo oral não é mais perigoso que o anal. Muito polo contrário: o sexo anal é a prática sexual mais arriscada para a contaminação pelo HIV, porque a região é bastante vascularizada (região com presença de muitos vasos sanguíneos) e uma região de grande poder de absorção (retenção de liquidas). No local, sempre que há penetração, muitos vasos sanguíneos se rompem, e o pênis também fica com pequenas feridas (não vistas a olho nu), podendo ocorrer a contaminação. No sexo oral, também pode ocorrer a contaminação.
Porque o sexo anal sangra?
Nem todas as vezes que a pessoa pratica sexo anal vai sangrar. Quando Isso acontece é porque foi feito de uma forma violenta e sem lubrificação. Isso é bastante perigoso, pois, caso a pessoa seja portadora do vírus HIV, fatalmente ela o transmitirá para outra pessoa.
Como se pega Aids por sexo oral? Por que quando se beija não pega? Qual é a diferença?
Já descrevemos anteriormente, como se pega Aids por sexo oral e não se pega Aids pelo beijo. Caso a pessoa seja portadora do vírus HIV, na saliva há uma quantidade muito pequena de vírus que não dá para contaminar ninguém.
Na relação entre dois homens se pega Aids?
Não é a relação entre dois homens que faz a contaminação. Para haver essa contaminação é necessário que o HIV esteja presente, ou seja, um dos dois tem que ter o vírus, mas, caso algum dos dois tenha o vírus, eles podem se relacionar sexualmente, desde que façam uso da camisinha (sexo seguro).
Há o risco da camisinha falhar?
Sim, há o risco da camisinha falhar (estourar), desde que ela não seja colocada corretamente e lubrificada. Toda camisinha deve ser lubrificada com produtos à base de água e nunca, em hipótese alguma, com derivados de óleo.
Como age o "coquetel" que auxilia no combate à proliferação do vírus da Aids?
O tão famoso "coquetel" é chamado assim por ser a combinação (terapia combinada) de três drogas específicas ao combate do HIV, e cada droga age de maneira diferenciada dentro do corpo humano.
Depois de muitos anos de namoro com relação sexual há perigo de pegar Aids?
Sim, pois caso um dos parceiros "pule a cerca" e se contamine, há a de transmissão ao seu parceiro de tantos anos. Nesse caso, o recomendável é um pacto de fidelidade e, caso não seja possível, que se faça uso da camisinha na "pulada de cerca".
Pode-se pegar doenças (DST) na primeira transa, usando camisinha?
Não, desde que a camisinha não se rompa, estando bem colocada e bem lubrificada.
A Aids mata rápido?
A Aids não é mais aquela doença que causava tanto pânico nas pessoas, mas, infelizmente, a Aids é uma doença que ainda não tem cura. Entretanto, com os estudos dos cientistas, os portadores do vírus HIV ganharam mais tempo, ou seja, é uma doença que já tem vários medicamentos que auxiliam no tratamento, dando mais tempo de vida para os portadores.
Camisinha é o melhor remédio?
Essa é uma grande verdade > Até o momento a camisinha é o principal meio de evitar o contágio pela "relação sexual". E ao contrário do que afirmam os meios machistas, não tira o prazer de uma transa. Se o carinha fica com fricote é porque é muito burro e desenformado ou não sabe usar a camisinha e tem vergonha de admitir. Que tal, meninas, ajudá-los? E não se esqueçam: "As doenças estão ái à solta e todo cuidado é pouco?"
Pode se pegar Aids na manicure?
Verdade > Objectos cortantes ou que perfurem a pele como, alicates de unha, pinças e tesouras (assim como agulhas de acupuntura ou o material de dentista), devem ser muito bem esterilizados antes da utilização em cada pessoa.
Ele, forte, saudável, está na cara que não tem Aids?
Mentira > O período de incubação do HIV é mais de cinco anos e, nessa fase, a pessoa não desenvolve a doença. Mas nem por isso deixa de ser portadora - e transmissora(!) - da Aids. Aparência não dá certificado de garantia. Previna-se!
Se o carinha tiver uma carteirinha de doador de sangue, posso transar som camisinha?
Mentira > A doação pode ter sido recente, num hospital confiável, com agulhas descartáveis e tudo. Porém, pode estar ocorrendo o que os médicos chamam de "Janela Sorológica". É o período em que a pessoa está com o vírus, mas não aparece no exame. Isso acontece porque o nosso organismo leva até seis meses para fabricar os anticorpos em quantidades suficientes para ser detectados.
Aids se pega com aperto de mão, abraço e beijo no rosto?
Mentira > Aids não se pega no contato com a pele. Pois o vírus da Aids só está
presente no fluído do corpo. Quanto ao suor, o vírus está presente em quantidades muito pequenas.
Camisinha é tudo igual? Qualquer uma serve?
Mentira > Para se comprar camisinha deve-se tomar multo cuidado. Olhar o prazo de validade. Também precisa ficar ligado e ver se ela foi testada pelo Imetro (que testa os produtos que vão entrar no mercado), se a camisinha for de qualidade o carimbo estará lá, com certeza! Ah! E não esqueça de guardá-la em lugar seco e arejado, pois o látex é frágil. Prefira as lubrificadas.
Uma camisinha que rasga é mais perigosa na hora transa que uma camisinha que fura?
Mentira > Nesse caso não "tem meio-termo" ou meio-perigo. Se ela tem um pequeno furo ou rasgão, de qualquer maneira vai permitir que o sêmen passe para a vagina. Conseqüência: ou a menina fica grávida, se ela estiver no período fértil, ou pode pegar doenças sexualmente transmissíveis, como a Aids. Lembre-se que o vírus é tão microscópico que pode atravessar o mero furículo.




Gilberto
Olá pessoal como vão? Espero que estejam todos bem!
Estou escrevendo aqui nesse lugar tão especial para todos nós que é o cantinho do depoimento porque é um cantinho também de desabafo.
Há uns 80 dias,  eu fiz uma festa em casa e chamei alguns amigos e esses meus amigos trouxeram umas amigas e a festa foi rolando até que em certa altura comecei a paquerar uma dessas garotas, conversamos um pouco e como estávamos um pouco bêbados já acabamos ficando e nesse ficando acabou rolando uma transa sem camisinha e aí começou meu pesadelo.
Desse dia em diante minha vida é pesquisar sobre o HIV e estava relutando em fazer o exame por medo de saber o resultado e não agüentar em ver isso, foi aí que, graças a Deus, conheci esse site muito especial e também comecei a me corresponder com a Leila e o Luís. Depois de alguns e-mails, me convenci que independente do resultado tenho que lutar por essa causa, sendo ou não soropositivo, vou me engajar nessa luta com vocês.
Estou sim com medo de ver o resultado, mas a vontade de lutar é maior, se eu for, vou lutar por mim e ajudar a quem não consegue lutar e se eu não for lutarei mais ainda.
Meu resultado chega dia 13 de Julho, peço de coração a vocês que rezem por mim e por minha família porque, com certeza, vocês estarão em minhas orações.
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Por que fazer o teste de aids


Saber do contágio pelo HIV precocemente aumenta a expectativa de vida do soropositivo. Quem busca tratamento especializado no tempo certo e segue as recomendações do médico ganha em qualidade de vida.
Além disso, as mães soropositivas têm 99% de chance de terem filhos sem o HIV se seguirem o tratamento recomendado durante o pré-natal, parto e pós-parto. Por isso, se você passou por uma situação de risco, como ter feito sexo desprotegido ou compartilhado seringas, faça o exame!
O diagnóstico da infecção pelo HIV é feito a partir da coleta de sangue. No Brasil, temos os exames laboratoriais e os testes rápidos, que detectam os anticorpos contra o HIV em até 30 minutos, colhendo uma gota de sangue da ponta do dedo. Esses testes são realizados gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), nas unidades da rede pública e nos Centros de Testagem e Aconselhamento - CTA (ver localização pelo país). Os exames podem ser feitos inclusive de forma anônima. Nesses centros, além da coleta e da execução dos testes, há um processo de aconselhamento, antes e depois do teste, para facilitar a correta interpretação do resultado pelo paciente. Também é possível saber onde fazer o teste pelo Disque Saúde (0800 61 1997).
A infecção pelo HIV pode ser detectada com, pelo menos, 30 dias a contar da situação de risco. Isso porque o exame (o laboratorial ou o teste rápido) busca por anticorpos contra o HIV no sangue. Esse período é chamado de janela imunológica.
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------NÃO SE ESQUEÇAM CAMISINHA SEMPRE !BEIJO NA BOCA!

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

VHIVENDO COM HIV

Atenção:
A prática, indução ou incitação de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional, por meio da Internet, bem como a humilhação e exposição pública caluniosa e difamatória, constituem crimes punidos pela legislação brasileira. Denuncie aqui sites e/ou mensagens de fóruns hospedados na Insite contendo qualquer violação.



A recuperação do amor pela vida

Autor(a): 
 Dayane Lima
Um dia uma adolescente de 18 anos pega seus resultados de exames e tem uma notícia pouco esperada... Ela era HIV Positivo! Tragédia? Falta de cuidado? Irresponsabilidade de quem? Minha? Por que eu? Naquele momento, nada disso importava. Uma notícia que ninguém espera, ninguém quer, ninguém aceita e tampouco ninguém se conforma a primeiro momento!
Afinal o que era HIV? Será que estava com aids? Quanto tempo ainda tinha de vida? Como é ter HIV? Como é viver com HIV? Perguntas talvez idiotas e imaturas. Com a maioria da sociedade preconceituosa, as dúvidas não poderiam ser diferentes com aquela moça. Uma ignorância sem fim, um medo incalculável, medo de as pessoas descobrirem, medo do tal preconceito que até então só era visto nas outras pessoas, sem ao menos perceber que esse mesmo preconceito habitava em sua mente e seu coração.
Preconceito de não se aceitar, não querer, não compreender o porquê de tudo aquilo acontecendo, Mas já era tarde porque o resultado já tinha saído e não tinha mais jeito! Vieram os dias, meses e o primeiro ano viera a chegar e as tão almejadas respostas daquelas perguntas lá atrás vinham sendo respondidas gradativamente.
No mundo espiritual, dizem que depois do deserto sempre vem a bonança. E essas vieram a ser cumpridas. Depois de muito choro, desespero, revolta e afins, teve que sair de vítima e passar a protagonizar sua vida que já estava esquecida por muito tempo.
Essa moça hoje está com 21 anos de idade e sabe que é uma mulher que aprendeu a viver. Aprendeu a respeitar o próximo, aprendeu conviver com o HIV, aprendeu que não temos que ser vítimas o tempo inteiro, para que as pessoas venham a perceber que você é um ser vegetal. Não! Nossa vida é única e se ficarmos com esse tipo de comportamento a vida passa e sempre vamos desperdiçar a dádiva que é viver...

De todas essas experiências amargas, ela teve a oportunidade de experimentar a mais valiosa para ela no momento, pois aprendeu a ter paciência para superar as dificuldades, guardar consigo uma dor que no primeiro momento necessitava de uma ajuda “extra”. Tolerou suas diferenças e as diferenças humanas. Buscou a misericórdia de Deus pelos erros que cometera. Perdoou as ofensas de muitos que descobriram sua situação crônica, controlou as suas palavras, teve coragem e a fé para passar pelo deserto da vida para então conquistar a tão almejada saúde espiritual. E de tudo o que restava era recuperar a ter o amor pelas pessoas e pela própria vida..

Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids lança site oficial

Para alcançar mais rápido os jovens que acabaram de se descobrir soropositivos e divulgar informações sobre o protagonismo juvenil na luta contra a aids, a Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids lança site oficial (jovenspositivosbrasil.webnode.com.br). No novo espaço, há informações sobre a equipe nacional da rede, os movimentos regionais, histórico e novidades de ações e projetos previstos.
Para o coordenador nacional da rede, José Rayan, o site será uma ferramenta importante na troca de informações entre os adolescentes e jovens com HIV/Aids que vivem no anonimato, pois ao descobrir a sorologia, muitos deles passam algum tempo sem saber que existe a rede para ajudá-los. "Com o site, vamos poder chegar mais rápido a esses jovens", afirma.
A rede já contava com um blog e, além do site, pretende utilizar ferramentas digitais para a inclusão desses jovens, como redes sociais Facebook e Twitter. "Essas novas tecnologias vão nos ajudar a debater nossas propostas e interagir com os jovens e adolescentes de todo o país, mesmo quando não estivermos participando de eventos", afirma João Geraldo Netto, coordenador do blog da RNAJVHA.

Pernambuco ganha duas unidades para tratar lipodistrofia

Inicialmente, estão previstas 250 cirurgias reparadoras por ano. Os pedidos devem ser feitos nos próprios Serviços de Assistência Especializada

O Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc) e o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip) poderão tratar, a partir de 10 de outubro, lipoatrofia e lipodistrofia, efeitos colaterais sofridos a longo prazo por quem se trata com medicamentos antirretrovirais. Inicialmente, serão oferecidos 250 procedimentos por ano aos pacientes soropositivos cadastrados em um dos 19 Serviços de Assistência Especializada (SAE). Desses, 96 serão realizados no Imip, responsável pelas cirurgias no corpo e na face, e 144 no Huoc, exclusivamente facial. “Esperamos ampliar e interiorizar o serviço, inicialmente para Caruaru e Petrolina, a partir de junho de 2012”, afirma o secretário Estadual de Saúde, Antonio Carlos Figueira.
A medida atende a reivindicação de pacientes soropositivos para ampliar a assistência a esses efeitos. “Quando sabemos que estamos infectados, sofremos bastante, mas o sofrimento é maior quando temos a lipodistrofia, porque estamos denunciando para a sociedade que portamos o HIV", desabafa a diretora do Grupo de Amigos na Luta contra a Sida pela Qualidade de Vida (ASQV), Valdeniza de França.
O coordenador do Programa Estadual de DST/Aids, François Figuerôa, explica que, para realizar as cirurgias, é necessário que os pacientes façam todos os exames necessários e sejam indicados exclusivamente pelos médicos dos SAE para a regulação de consultas. Logo em seguida, eles serão encaminhados para um dos dois hospitais de referência.

Lipodistrofia - A perda ou acúmulo de gordura no corpo e na face resulta de mudança no metabolismo e isso pode ocasionar problemas estéticos e psicológicos nos pacientes, podendo prejudicar a adesão ao uso de antiretrovirais. Com esse tratamento, é possível recuperar a autoestima do soropositivo. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------                                                                                                Em um largo rio, de difícil travessia,havia um barqueiro que atravessava
as pessoas de um lado para o outro.
Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora.
Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro:
Companheiro, você entende de leis?
Não. - Responde o barqueiro.
E o advogado compadecido:
É pena, você perdeu metade da vida!
A professora muito social entra na conversa:
Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?
Também não. - Responde o remador.
Que pena! - Condói-se a mestra - Você perdeu metade da vida!
Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco.
O canoeiro preocupado pergunta:
Vocês sabem nadar?
Não! - Responderam eles rapidamente.
Então é uma pena - Conclui o barqueiro - Vocês perderam toda a vida!

Não há saber mais ou saber menos:Há saberes diferentes (Paulo Freire).

E não se esqueçam CAMISINHAS sempre em todas relações sexuais. UM BEIJO NA BOCA!!!!CUIDE BEM DAS CRIANÇAS ELAS SÃO O FUTURO DE NOSSO MUNDO!!!

domingo, 2 de outubro de 2011

VHIVENDO COM HIV


PRÓXIMOS EVENTOS

  • 06/10/2011 - Macro Sudeste
  • 20/10/2011 - I Encontro Nordeste de CTA e V Encontro dos CTA de Sergipe

    6 e 7 de outubro

    Macro Sudeste

    Reunião dos coordenadores de programas estaduais e municipais de DST/aids e hepatites virais.
    6/10 - auditório para 100 pessoas
    14h - abertura oficial
    14h30 - Integração das hepatites virais ao Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais
    15h15 - Cenário regional: aspectos epidemiológicos e situação programática (gestão/financiamento, prevenção e rede de serviços), além de exposição e debate entre programas estaduais de DST, Aids e Hepatites Virais e Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais
    16h - Debate com a Plenária sobre o tema
    17h - Coffee Break e apresentação da cantora lírica da Escola de Música do Estado, Elaine Rowena, e o servidor da SESA/ES Gustavo.
    7/10 - Auditório 1 - DST e Aids
    8h30 - Transmissão vertical e teste rápido para HIV, sífilis e hepatites virais, Pré-Natal de qualidade, Projeto cegonha
    10h às 12h - Exposição dialogada dividida em 3 eixos: gestão e financiamento, prevenção e rede de atenção
    12h às 13h30 - Almoço
    13h30 - Experiência exitosa de utilização do PAM: Programa Municipal de DST/Aids de Cachoeiro de Itapemirim
    14h - Espaço para OSC/ONG/ HIV-Aids e RNP+: Plano de enfrentamento da epidemia de aids e lipodistrofia, além de debate com as coordenações estadual e municipal de DST e aids
    15h - Carta de princípios da Macro Sudeste
    16h - Encerramento
    16h30 - Coffee Break
    7/10 - Auditório 2 - Hepatites Virais
    8h30 - Vigilância das hepatites virais: situação epidemiológica da região Sudeste
    9h15 - Assistência às hepatites virais: dificuldades estruturais e novas estratégias relativas às novas tecnologias (testes rápidos das HV e introdução dos inibidores de proteases ao tratamento da HVC)
    10 às 10h30 - Discussão com a plenária
    10h30 10h45 - Intervalo
    10h45 às 11h30 - Transmissão vertical de hepatites virais / Triagem sorológica e diagnóstico: testes rápidos HV/CTA e gestantes. Profilaxia do RN: Vacina contra Hepatite B e HBIG
    11h30 às 12h - Debate sobre o tema com a plenária
    12h às 13h30 - Almoço
    13h30 - Financiamento das ações do Programa de Hepatites Virais: proposta de participação pré-definida no PAM, que permita incluir oficialmente as ações das hepatites virais
    14h30 - Debate sobre o tema com a plenária
    15h - Espaço para OSC/ONG/HV, além de debate com as coordenações estadual e municipal de DST e aids
    16h - Encerramento
    16h30 - Coffee Break

    Detalhes do Evento

    Início: 06/10/2011
    Fim: 07/10/2011
    Tipo: Reunião
    Endereço: Hotel Transamérica Pasárgada (Av. Antonio Gil Veloso, 1.856, Praia da Costa - Vitória/ES)
    Evento

    I Encontro Nordeste de CTA e V Encontro dos CTA de Sergipe

      O Programa Estadual de DST/Aids de Sergipe convida as equipes de Centros de Testagem e Aconselhamento do Nordeste a participar do I ENCONTRO NORDESTE DE CTA e do V ENCONTRO DOS CTA DE SERGIPE. O objetivo é integrar as equipes dos CTA do Nordeste em busca de troca de experiências para o enfrentamento dos agravos na região. As inscrições podem ser feitas até 10 de outubro, pelos e-mails: encontronordestecta.se.2011@gmail.com;joana.santos@saude.se.gov.br e jose.santana@saude.se.gov.br.
      Serão selecionados 20 trabalhos (10 para apresentação oral e 10 na forma de pôster). O retorno da avaliação dos trabalhos está previsto para 30 de setembro. Os dez melhores trabalhos selecionados serão contemplados com hospedagem para o autor principal. A hospedagem e a passagem serão por conta da instituição a que pertence.

      Detalhes do Evento

      Início: 20/10/2011 09:00
      Fim: 21/10/2011 18:00
      Endereço: Aracaju (SE)

      Meu nome não é Aids



      Meu nome não é aids

      Quem vive com HIV e aids pode trabalhar, estudar, namorar, constituir família, fazer exercícios físicos, como todo mundo. Quem vive com HIV e aids só não pode conviver com o preconceito.
      O material "Meu nome não é aids" conta histórias reais de pessoas vivendo com HIV e aids, retratadas por belas fotografias. São 12 modelos de postais e 1 modelo de calendário.
      As fotos foram produzidas durante as filmagens do documentário Histórias Posithivas, nas locações de Belo Horizonte, Recife e Fortaleza. O documentário é dividido em 13 vídeos que oferecem informações úteis para a melhoria da qualidade de vida das pessoas vivendo com HIV e aids.
      Veja os vídeos através do link www.aids.gov.br/historiasposithivas.
      A arte dos materiais está disponível para download abaixo. Dúvidas e informações? Entre em contato através do e-mail publicidade@aids.gov.br
      Alunos da Rede Municipal de Recife são vacinados contra hepatite B


      Alunos da Rede Municipal do Recife (PE), de 11 a 19 anos, participaram da campanha de vacinação contra a hepatite B. A ação teve início no dia 22 de setembro, na Escola Municipal Pedro Augusto . Com 250 estudantes, a escola teve 201 jovens imunizados. Para receber a vacina, os adolescentes com o perfil da campanha precisam apresentar autorização dos pais e responsáveis para participação. Além disso, as crianças também participam de palestras sobre as hepatites virais e a importância da vacina como forma de prevenção.
      “Apesar do medo que tinham da agulha, as crianças adoraram a ideia de ter acesso a uma forma de prevenção dentro da escola, sem nenhum custo”, comemora a enfermeira técnica da Coordenação de DST/AIDS e Hepatites Virais de Recife, Ayanne Barbosa.
      O processo será realizado em três etapas e envolve 34 unidades de ensino. A primeira etapa encerrou no dia 28/09 e as próximas deverão ocorrer em outubro deste ano e em março de 2012. O objetivo é vacinar 11.843 estudantes. A ação é promovida pela Coordenação de DST, Aids e Hepatites Virais da Prefeitura de Recife, com o apoio da Coordenação de Imunização local, Secretaria de Educação de Recirfe e do Programa Saúde na escola (PSE).

      Jovem


      No Brasil, foram registrados 66.114 casos de aids entre jovens de 13 a 24 anos até junho de 2009. Isso representa 11% dos casos notificados de aids no país, desde o início da epidemia. Na mesma faixa etária, a transmissão sexual representa 68% dos casos de aids notificados e a via sanguínea responde por 23%.
      Para reduzir a vulnerabilidade de adolescentes e jovens às DST, à infecção pelo HIV e à gravidez não planejada, foi criado o projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE), em 2003. Com ações nas escolas e nas unidades básicas de saúde, o projeto destaca a escola como o melhor espaço para a articulação das políticas voltadas para adolescentes e jovens. É lá que se encontram os principais sujeitos desse processo: estudantes, famílias, profissionais da educação e da saúde.
      O SPE promove a integração dos sistemas de ensino e saúde, disponibiliza camisinhas nas escolas e oferece a formação continuada de professores e profissionais de saúde em sexualidade, vulnerabilidade e prevenção das DST/aids e de jovens multiplicadores para atuarem junto aos seus pares.
      Por meio da promoção da saúde sexual e da saúde reprodutiva, o projeto Saúde e Prevenção nas Escolas concentra esforços para incentivar estados e municípios a assumir e preservar a qualidade dos serviços de ações destinadas à prevenção das DST/aids e uso de drogas para o público-alvo do projeto.
      Resultado de uma ação dos ministérios da Saúde e da Educação, em parceria com a UNESCO, o UNICEF e o UNFPA, o SPE faz parte do Programa Saúde nas Escolas (PSE). Nesse sentido, na medida da implantação progressiva do PSE nos Estados e Municípios, a integração dessas iniciativas será indispensável para garantir a sintonia dos planos de trabalho e das ações a serem desenvolvidas nas escolas e nas unidades básicas de saúde de referência.
      De acordo com o Censo Escolar de 2008, das 99.316 escolas de Ensino Básico que responderam às questões do Levantamento das Ações em Promoção à Saúde e Educação Preventiva:
      • 94% trabalham algum tema relacionado à promoção da saúde e educação preventiva;
      • 52 mil (52%) desenvolvem ações relacionadas à prevenção do HIV/aids.
      Atualmente, existem grupos gestores estaduais em todos os estados brasileiros e aproximadamente 600 municípios desenvolvem ações do SPE.                                                                    -------------------------------------------------------------------------------

      PEDI A VIDA QUE ME DESSE FORÇAS...
      ENCONTREI DIFICULDADES... MAS ME FIZ FORTE!
      PEDI A VIDA QUE ME DESSE SABEDORIA...
      ENCONTREI PROBLEMAS... MAS ME FIZ SABIO!
      PEDI A VIDA QUE ME DESSE PROSPERIDADE...
      ENCONTREI MEUS MUSCULOS, MEU CEREBRO... E ME FIZ PROSPERO!
      PEDI A VIDA QUE ME DESSE CORAGEM...
      ENCONTREI PERIGOS... ENFRENTEI E ME FIZ CORAJOSO!
      PEDI A VIDA UM AMOR...
      ENCONTREI PESSOAS COM PROBLEMAS... E EU OS AMEI!
      PEDI A VIDA FAVORES...
      ENCONTREI OPORTUNIDADES... E EU AS APROVEITEI!
      ENTÃO DESCOBRI QUE A VIDA NÃO TINHA ME DADO NADA DO QUE EU PEDI... MAS SEMPRE TIVE TUDO QUE EU PRECISAVA...
        QUE CADA UM PERCEBA QUE TEMOS TUDO AO NOSSO REDOR, BASTA OLHARMOS COM OUTROS OLHOS...  QUE NOS VEJAMOS FORTES, SABIOS, CORAJOSOS, PROSPEROS... E QUE POSSAMOS NOS DAR A OPORTUNIDADE DE AJUDAR... DE AMAR... E ACIMA DE TUDO DE VIVER!!!                                                 ------------------

      Gisele, 19 anos
      Soropositiva há 2 anos
      Durante uma queda num jogo de vôlei, bati a cabeça, perdi a consciência e tive um corte grande na cabeça, perdendo muito sangue.
      Fui internada, fizeram mil exames, inclusive o anti HIV, e descobriram que eu era portadora do vírus HIV mas ninguém me falou nada. Percebia minha mãe aflita, cuidados extras das enfermeiras, pensava que teria alguma sequela da queda, mas diziam que estava tudo bem.
      Quando eu já estava totalmente recuperada, em casa, minha mãe veio conversar comigo, não sabia como começar a conversa, estava "embaraçada" e começou a perguntar sobre namorados, sexo, drogas... Eu não entendia onde ela queria chegar com isso, então ela começou a chorar e me disse que os exames poderiam estar errados, mas que eu tinha o vírus da Aids.
      Fiquei sem compreender, achei que haviam se enganado no hospital, que o teste não era meu.
      Minha mãe não havia comentado com ninguém, nem com meus irmãos, nem com o meu pai (eles são separados).
      Minha mãe tentava me consolar dizendo que ela iria cuidar de mim, que estaria sempre ao meu lado, que o teste deveria estar errado, mas como eu ainda estava atônita, eu é que a consolei.
      Naquela noite eu não dormi, fiquei pensando como poderia ter acontecido se eu só havia transado com dois caras, mas eu já os conhecia desde criança, não podia ser. Camisinha nós não usamos, mas eles ejacularam fora porque tínhamos medo de gravidez.
      No dia seguinte minha mãe me perguntou se eu não queria ir ao COAS (Centro de Orientação e Aconselhamento Sorológico), ela já havia se informado e parecia ser legal.
      Fomos e chegando lá, preenchi uma fichinha, fui atendida por uma assistente social que me explicou todas as minhas dúvidas, inclusive que o líquido que sai antes da ejaculação também pode conter o vírus e que também alguns homens não conseguem retirar o pênis da vagina logo que começam a ejacular e ejaculam boa parte dentro, fiz o teste e tive que aguardar 20 dias para retirar o resultado.
      Fiquei numa super ansiedade, no dia marcado para retirá-lo sentia enjôo, tive diarréia, enfim, estava muito nervosa porque daquele resultado dependia o meu futuro.
      Um médico me atendeu e deu a pior notícia que alguém pode receber: Reagente, ou seja, eu era soropositiva. Ele disse que fariam um teste confirmatório, mas já estava confirmando o teste do hospital que eu fiquei internada, mesmo assim, colhi novamente o sangue, mas já não tinha esperanças.
      Minha mãe "segurou a onda", cai em depressão, não tinha vontade de levantar da cama, de ir para o colégio, de sair, de comprar uma roupa nova. Para tudo eu perguntava: pra quê, eu vou morrer mesmo. Só saía para fazer exames de sangue.
      Após dois meses assim, minha mãe me convenceu a frequentar uma psicóloga, eu tinha sessões três vezes por semana, fiquei viciada na psicóloga, tudo eu tinha que perguntar para ela, até que foi passando e hoje eu frequento uma vez por semana.
      Minha mãe foi conversar com os dois caras que eu transei e o segundo cara disse que era portador e que havia descoberto há pouco tempo. Ainda bem que o portador não era o primeiro, senão ele teria me infectado e depois eu teria infectado o segundo.
      Minha carga viral é baixa, não tomo medicamentos e ainda não tive nenhuma doença. Também ainda não saí com nenhum cara, acho que o dia que eu me interessar por alguém, será bem complicado.
      Estou fazendo cursinho, mas lá ninguém sabe por enquanto, meus irmãos e meu pai também ainda não sabem, acham que eu estava com stress.
      Aprendi a viver da melhor forma enquanto há tempo. Vivo um dia de cada vez, porque o dia de amanhã, só Deus sabe o que reserva para mim. 
      E NÃO SE ESQUEÇA DE USAR CAMISINHA SEMPRE!!BEIJO NA BOCA!!!!